Uma pessoa só nunca é chefe de tudo com controle de tudo. Nunca é o líder ou devia ser o grande líder, para o bem ou para o mal. A não ser que lhe deem essa carta, abdiquem da autonomia, ele não vira um ditador. Quem se dá ao luxo disso vira ou simplesmente se mostra algo que condena a si mesmo. E o líder, como um, mesmo um de cada um, pode agir de acordo com a estupidez dessa onda, como que jogando malabares no meio de montes de crianças histéricas e superficiais no pior sentido (da artificialidade, quase psicóticas, como essa descrição) e da multiplicação da antipatia, da negligência da alteridade, de onde vem com ou sem autonomia - oh! parcialidade de interesses suposta. E, para o bem ou para o mal, segue tomando decisões que dizem respeito a muitos, a quem nem conhece, nem se dá a conhecer, que ele tenta ou não imaginar. Questões sobre ele e sussurros. Questões sobre nós e sussurros. Os mais próximos sussurram, tanto quanto os mais distantes, que em seus cálculos só tem mesmo a liberdade de perder o tempo dos outros... Essa pessoa chamaria alguém ou seria engolida por coisas que não cabem a ela. Está sozinho? Decisões. O medo do sacrifício também faz com que se delongue dilemas de estupidez. E isso sobre uma pessoa só seria até aceitável. Ou seja, na verdade, em todos os aspectos ela não tem controle. Nem consegue ter para tirarem isso dela. Ninguém nunca está com os pés no chão tanto nas mãos dos outros quanto com os outros na mão. Mas quem não sabe afirma e confirma qualquer coisa. E nós não deixamos de ser esses por discordar com qualquer discordância ou ficar com a opção de uma dualidade ou lateralidade que só se fundamenta na bobeira.
O nome que engloba a nossa coletividade é dono dos meios da força de uma coisa e outra que tem influência e nós somos donos do nome. Cada um é diferente e tem parte desse nome, não é quem mais concorda que o toma. Nós é que temos direitos e sabemos, cada um olhando nos outros prioridades. Se uma fração nos impede de ter contato com a consciência de nossa autonomia em abusos de autoridade e descontrole de brutalidade, falta de discernimento e reflexão, falta dizer a esses parentes de alguém, que somos nós mesmos. A esse conhecido de alguém, que é a gente mesmo, como ele está destruindo a própria casa e a própria rua e a própria liberdade quando condicionada em hierarquia, refém de caprichos, estados de humor e ordens mal elaboradas também no caminho da execução. Virtualidades contaminadas de estupidez que se expandem...
Todo mundo que está lá é gente daqui e todo mundo daqui podia estar lá do jeito que quisesse, seguindo o caminho. Tirar o respeito de uma coisa em benefício de outras torna a boa convivência um montante flutuante.
Sinto-me sufocada pelo que vejo por aí... Vozes altas e boçais contaminam o ar e roubam tantas outras vozes... Algo sobre timbres e tons...
Ainda estou bem?
Esquemas diferentes na mente de cada um... Ninguém pode mostrar a realidade. Podemos procurar vê-la.
Paranoia não nos faça olhar demais para o chão ou demais para o céu... Acho que tem alguém aqui e outro acolá jogando uma cobertura por cima da outra com medo de tirá-las e não haver nada... Realidade aberta sempre coberta por delusões ou não, sabe?
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