Sugeriria que aquele sujeito ficasse para reparar suas curvas e trocar olhares e gestos ambíguos, mas nunca tinha se visto fazendo isso. Tinha receio de que a falta de desenvoltura chamasse atenção, parecia natural do titubear ser óbvio.
As marcações no palco haviam sido trocadas. Trabalhava as informações de pelo menos quatro horas antes. Mas chegou mais tarde pelo lado direito; o plano era proceder em linha reta. Assim, ninguém exerceu sua postura irreverente à revelia do costume.
Não. Não sabia que aquele jeito tinha arranjado lugar em seus interesses, até porque tinha sentido pouco.
Não. Não sabia que aquele jeito tinha arranjado lugar em seus interesses, até porque tinha sentido pouco.
Outros não conciliavam o recebimento de olhares antes de sair mais do que teriam orgulho de ir sem essa dependência, se é que simplesmente não estivessem livres de pensar esses termos frágeis. A tentação de manipular reações a bel-prazer consumiu o fôlego da personagem sem nome, perdendo o timing do convite.
Lufa-lufa dos ponteiros do relógio-roleta-russa; Qual a velocidade desmedida?
Dada a velocidade do ponto A e B, calcule a trajetória (circular? elíptica?) ao ponto C no tempo mmc pelo mdc.
New age? Cordas de aço sobre bronzeado tropical; trip hop e new wave into lambada.
Separava a necessidade do corpo além da diferença ortodoxa de hormônios que não percebia. Ostentava a capacidade de não ser arrebatada por paixão da pregnância do par. A primeira parte, da cerimônia de celebração nos filmes, era muito curta, de resto, esforço e dificuldade não se aplicavam ao desrespeito ao paliativo, imiscuído no seu objetivo reduzido. Se debruçaria na reconstrução de seu juízo da vida alheia?
Vazamentos da pessoa gramatical:
Vazamentos da pessoa gramatical:
O que você quer de mim? O que acha que pode "tirar" de mim? O que eu tenho? O que eu quero te dar? Foco no que quero de você é um enfoque. Ninguém sabe.
Na pressa que tinha pela insatisfação, a vontade estilhaçava-se na planilha. Mão na orelha, sentimento. Treinava um olhar quântico, que com ciência complexa demais tendia à magia para apreensão simultânea de todas as nuances de interação.
Já só representava a firma da vontade, e reciprocidade virtual não catalizava; não lembrava-se dos princípios físico-químicos. Nem assumia a particularidade de sua vontade sobre a indiferença do outro. Devaneios e tédio nos olhos; todo o infinito de detalhes e a beleza sem charme antes de fazê-lo.
Queria realmente o doce ou olhava o pé-de-moça pelo que esperava fazer depois?
Essa falta de vontade era de uma coisa que tinha de fazer?
Foi fazer outra.
Mas era uma de cada vez?
Olhava sem lembrar-se da necessidade que supria, sentia a necessidade sem lembrar-se do que a supriria.
Essa falta de vontade era de uma coisa que tinha de fazer?
Foi fazer outra.
Mas era uma de cada vez?
Olhava sem lembrar-se da necessidade que supria, sentia a necessidade sem lembrar-se do que a supriria.
Eu queria desenrolar enquanto enrolava no corredor, pensando contas de vantagem.
E a vontade agora é do que não visualizei na hora. Sei o que queria porque não tenho de fazer o trajeto que não sei como faria.
Meu modelo vivo muda a pose: ângulos do fotogênico e meu olho ruim são variáveis decisivas. Desvelo minhas veleidades:
Nada é tão volátil fora da dissimulação: não há necessidade de jogar impressões fora por serem tão aleatórios os parâmetros de cada um.
Mas eu não como nada disso.
Os mais íntimos colocam a mão no seu íntimo, é pura intimidade-intimidação. Também devo oscilar. Repetiria deslumbramento recíproco, mas, deixando critérios de procedimento, troco pela morfina o rigor conceitual. De ponta cabeça, por travessuras dos simpatizantes do caos e o sono. Você, torne-se irresistível - diz? para que eu siga seu rastro atrás do meu calafrio.
Como um chato, tímido, seletivo, durante o close manifesta limites de um corpo menos redondo, deixando-se arranhar cordas mais musicais: "toque aquela perna...", "Ofereça seu lugar ao idoso"... (Expandindo o assunto por:) Vergonha de ser sincero, vergonha de ser educado; Fadiga.
Como um chato, tímido, seletivo, durante o close manifesta limites de um corpo menos redondo, deixando-se arranhar cordas mais musicais: "toque aquela perna...", "Ofereça seu lugar ao idoso"... (Expandindo o assunto por:) Vergonha de ser sincero, vergonha de ser educado; Fadiga.
Gestos afiados num pensar-sequência:
Você não sabe nada de jogos teatrais...: "Não mesmo." Acontece que não era jogo teatral... era só de verdade... Você não sabe nada de verdade?
Seria uma péssima ideia pegar o descarte, se na verdade simplesmente não precisasse dele. Quem não fazia feira pela pechincha? Espere. Talvez o caso realmente fosse o de que só estivesse tão largada para pensar no dito-cujo.
Se precisava ter certeza de que estava assim talvez fosse porque não queria atrapalhar o fluxo de romances verdadeiros de outros. Mas estava no mundo de pessoas entediadas, com tropeços naquela jurisdição. Não admitiria? Não era sua última opção. Porque era. A única. E era opção? Sorte, azar... ou distração.
Não chamam para ficar, só acompanham até a esquina. E no parâmetro da educação patriarcal, a convenção das jogadas deixa crer no direito de ser difícil que outro não tem. Quando o fim do diálogo é barulho de pedras mais do que faísca.
Dietas e racionamentos sempre foram diferentes. O flerte oscilava quanto? Exceções desconcentram. Podia ligar para definir; uma questão de estopim. Ignorei a moça de saia e o rapaz da sexta. Mas eu sei por quê. Presunção sua.
Dietas e racionamentos sempre foram diferentes. O flerte oscilava quanto? Exceções desconcentram. Podia ligar para definir; uma questão de estopim. Ignorei a moça de saia e o rapaz da sexta. Mas eu sei por quê. Presunção sua.
Concluí seu ser "assim" porque era o que eu queria e na verdade não estava sendo. Na reflexão dos níveis de sedução, ninguém foi intelectual ou sedutor, confiando que talvez acontecesse qualquer um...
Tranquilidade e nervosismo; romance e luxúria em descompasso.
Eu edito...
Retórica pura: então edite em tempo real.
É raro olhar que percebe brincadeira com a sensibilidade aos remorsos num jogo ruim de improviso.
A sensação do clichê não satisfaz. Capa, casca e máscara de uma cabeça pesada. Que elementar; são tons pastéis. Ser a gente mesmo é o querer mais puro e simples.
Olhar quântico:
Eu saio eu, você você, e a gente fez isso?
Eu edito...
Retórica pura: então edite em tempo real.
É raro olhar que percebe brincadeira com a sensibilidade aos remorsos num jogo ruim de improviso.
A sensação do clichê não satisfaz. Capa, casca e máscara de uma cabeça pesada. Que elementar; são tons pastéis. Ser a gente mesmo é o querer mais puro e simples.
Olhar quântico:
Eu saio eu, você você, e a gente fez isso?
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