E ele se voltou para o colega para esclarecer como o esforço para uma adequação silenciosa a uma funcionalidade definida na incerteza poderia levá-lo a amargura:
- Não confiaria no que acontece dentro dessas pessoas. Eu não espero ser recompensado, isso não existe, merecer não existe. O que segurar em minhas mãos será meu me segurando nas próprias. Assim estou com elas e elas estão comigo, pensando com o que eu posso. O seu problema eu devolvo para você. Não me sentiria fraco por isso. Você é. Minha força é necessária porque falta (em todo lugar e em todo mundo). Mas não sou fraco. Quer que eu compense a sua força, que a doe, para que não precisem reparar na falta dela. Eu posso ser chamado de mais fraco do mundo. Mas não sou o que me chamam. Nem mesmo conseguem referir o que sou. Não perdoarei antes nem depois que ninguém. Sou um homem que não será de guerra nem de paz. Sou só um homem que não liga para nada. Nada que simplesmente me contem.
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