sábado, 1 de outubro de 2011

Comando para tocar



Saía da escola e tinha a tarde inteira. Agora ninguém brinca dizendo qual a brincadeira (esporte de ser coisas). Era para ser diferente no corredor. Quando pulsa e você suspira, não é mais certo esconder, não é mais certo controlar. O tempo é outro, a gente não quer perder quando vê que ele não para de passar. 
Num minuto te disputo entre e por nós dois. No outro me esqueço e quero deixar para depois. Mas o novo eu volta para ficar, escutando o seu corpo levemente pestanejar. Ainda tropeço parada, mas quero te deixar maluco, pensando que não vale nada. Não importa quão bobo é o que você pode pensar disso pensando que isso que é, e se você entender o ritmo da música saberá. Você só precisa saber qual brincadeira eu quero começar. Se brincou ou não mais que eu não importa. Vamos dar outro nome.
Você me faz sentir escória quando me cumprimenta por convenção, mas pode ser fácil roubar  sua razão. Vou escrever outra história e essa não será ao evitar linhas do piso. Devia preferir garotas, mas elas também não combinam, preferimos o princípe que continua aspiração.
Ei, garota que abraça garoto, não tinha mais o que fazer? Cante até ele escutar e se perca em novo problema para resolver.


Um comentário:

  1. eu gostei do texto , n sei pq imaginei ele um livreo... la no fundo eu acho q vc é capaz de escrever um livro de qualquer historia. não qualquer... mas por exemplo seguir neste texto

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