Como pôde ir lá e escrever: "Naquela era a qual davam sua própria classificação baseada em minhas brincadeiras últimas com os astros por ali e uns showzinhos super trágicos (aqueles os quais descrevi agorinha) existe uma mulher que quando nascida os pais lhe dão um nome o qual causa um certo estranhamento (pelo tamanho e principais ligações anteriores nas mentes estranhadoras) principalmente enquanto dura seu mundo infantil. Ela simplesmente não consegue sentir-se satisfeita.
Desde a primeira frustração inicia-se dentro dela o conflito eterno revirado a cada palavra vinda de outra pessoa, principalmente quando não significa realmente algo, apenas o finge (geralmente mal) enquanto de fato deveria.
E o moinho gira com cada sopro do vento que promete contar porque não se sente feliz e o segredo para conseguir. Também as tardes de aula que acabam mais cedo na sexta regadas a sol quente e chuva refrescante e muitas coisas além do arco colorido no céu prometem dizer porque as decepções brotam, porque sonhar não basta, porque os sonhos lhe estão distantes e para ter esse nome assim o precisam estar, porque não há caminho até eles, por onde ir, como se construir uma trilha segura. E dentro dela continuam as perguntas que julga imprescindíveis as respostas antes de se mover, como o que seria aquilo que a transporta, aquilo que é ela tocável; porque era aquele corpo estável e condenável pelos outros e por ela mesma; a falta de controle sobre ele seria parte dela?; saberia se era culpa de dentro dela ou de fora?.
Desde a primeira frustração inicia-se dentro dela o conflito eterno revirado a cada palavra vinda de outra pessoa, principalmente quando não significa realmente algo, apenas o finge (geralmente mal) enquanto de fato deveria.
E o moinho gira com cada sopro do vento que promete contar porque não se sente feliz e o segredo para conseguir. Também as tardes de aula que acabam mais cedo na sexta regadas a sol quente e chuva refrescante e muitas coisas além do arco colorido no céu prometem dizer porque as decepções brotam, porque sonhar não basta, porque os sonhos lhe estão distantes e para ter esse nome assim o precisam estar, porque não há caminho até eles, por onde ir, como se construir uma trilha segura. E dentro dela continuam as perguntas que julga imprescindíveis as respostas antes de se mover, como o que seria aquilo que a transporta, aquilo que é ela tocável; porque era aquele corpo estável e condenável pelos outros e por ela mesma; a falta de controle sobre ele seria parte dela?; saberia se era culpa de dentro dela ou de fora?.
(...)
E pensando conclui que não é boa, isso não apenas ela (não só ela pensa. Não pensa apenas ela imperfeita). E então ser boa não significa ser feliz. O que seria isso a que chamavam "feliz"? E ela vê tudo a sua volta, pensa que tudo e todo mundo se contradiz. E então quem começa sendo chamada de "Marta" e aceita bem esse nome como uma conveniência comum, um código simplificador, cai num precipício do qual nunca se sabe se se pode sair, pois o equilíbrio não se dá por um lado (tipo num pé só). Tentando sair de si mesma e observar as coisas é contrariada por lacunas, obstáculos maiores que seus saltos. Em sua pequena cabeça não eficiente tenta imaginar como seria regar as próprias pernas, como seria cultivar força, qual seria a lógica do impulso, sem conseguir ver as coisas além de seus simples nomes (inventados). E não sabe se de repente tem que preencher o vazio no chão, tipo tapar o precipício com não-sabe-que-terra.
Quem olha para ela com ternura não imagina o vazio devorador que existe dentro dela e ela o sabe. Matando-se e destruindo-se, fazendo-se invisível quando se arrepende, se envergonha por sentir-se no direito de querer ser feliz. Não o é. Não o será. Pois suas forças são consumidas por explosões poluidoras dentro do seu ser ambicioso por ser. Não sabe diferenciar nem controlar amor e ódio, mal consegue percebê-los. Sua arrogância e sua humildade... e talz são com ela e talz (deixo isso para depois?). Sei que seu egoísmo pede para ser engolido pela solidariedade que às vezes até lhe parece o mais alto grau de egoísmo, acabando por ser dentro dela o último estágio, o cúmulo. Não sabe se se pode realmente nascer, crescer, ser uma coisa de fato, ter um pensamento só, um princípio que continue de fato. Sem perceber que essa questão nela é a impossibilidade de perceber e resolver, transpor os limites que eu lhe designo.
A apatia que lhe persegue desde a primeira, segunda, tantas vezes que tropeça, que perde-se de si mesma, não encontra o sucesso por dias suados, um deguste de sucesso não lhe conserta mais (ou conserta?...). Apenas a dor lhe causa medo e lhe move. O desespero esperançoso, esperançado, lhe move fracassadamente enquanto ela chora tentando não fazer barulho daqueles que geralmente lhe sugam a última gota de vida e disposição. Fecha os olhos tentando sonhar, tentando esquecer-se, esquecer que é fraca e está morrendo por tentar viver e que só sente o que sentiu anos depois, quando tudo já é passado, tenta fugir de saber como teria sido belo aquele tempo se seu corpo se movesse de outra forma. Sem poder ver como é óbvio e simples fazer o que deixa qualquer um feliz, seguir as fórmulas que vem descritas no corpo. Porque seu corpo é marcado cada vez mais. Ela não sabe ler as marcas. Não conhece o código.
Engole em seco por não haver outra forma de continuar que não pensando, mas como o pensamento não tem fim, a dor, claro, também continua, o caminho é apenas um projeto, uma idéia. Tenta parar o pensamento ouvindo sons diferentes, talvez outros pensamentos (não. podem ser todos dela mesmo outros tendo dito) e sons que agem diretamente sobre o corpo. Tenta dormir, mas não é um sonhador consciente, perde-se em abstrações, pois seu objetivo é um objetivo (e que este não esteja no passado, seja de alcance imediato "por favor" e talz).
Sua pobre mente insuficiente não sabe pensar uma coisa por vez nem pensar tudo num conjunto. É tenso e vai ficando mais até... É... depois eu continuo. Talvez amanhã. Não sei. Tenho muita coisa a fazer, mais importante. Como aquela estrela que eu fiquei de arranjar lugar.... A vida de todos, que podem ser, alguns deles, vizinhos dessa Marta, colegas dela... toda uma gente divertida, bem melhor, bem mais feliz. Os amores platônicos de alguém encontrando seus verdadeiros amores e tudo o mais... Parei com descrever humano reserva por uns tempos, deixo-os imersos no mingau estonteante que são suas respectivas vidas cheias de pensação (pensamentos subjetivos sugadores de tempo). Ainda tenho que reogarnizar como vai ser o layout da Terra ano que vem... Porque está sem graça como e..." ?
Uai, acho que li até mais do que devia. Empolguei-me. E uma vida não leva nenhum segundo dele já que nem leva tempo. Porque tempo nem existe, né? e talz...
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