ah... odeio quebrar coisas como se minha mão fosse podre. me sinto destrutiva agora... ó, dilema de ser, não engula minha vida, me empurre no rumo das tarefas. fazer as coisas na ordem errada já deu bagunça, talvez no meio do papel minha mão seja outra coisa. quando uma mão não tem controle de seu rumo ela é podre... se desdobra em gestos que são palavras sem controle do caminho e se não se acredita no inevitável bom fim, continuar é profano e obsceno... o dilema é uma limitação do olhar? não posso deixar que me engula na agonia da perdição. eu não olhei nem observei com apreço. dá para consertar? e o que não dá? mesclas descuidadas? de sensações, metáforas da negligência... a culpa e o perdão sempre vibrando no peito e abrindo a cabeça ou não. e se me rebelasse contra o remorso e elogiasse meu tempo? dói insurgir-se contra ou a favor, da minha mão ou da minha tortura... nenhum dos dois é legítimo. me delongo... pare. é preciso. "como?" ... outra linguagem para outras abordagens. a história de uma mão que não tocou muito bem os assuntos... ! uma coisa é a mão, outra coisa é sua estupidez. estupidez tem cura? que estupidez?
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Anotações são coisas que não se pensou direito
ah... odeio quebrar coisas como se minha mão fosse podre. me sinto destrutiva agora... ó, dilema de ser, não engula minha vida, me empurre no rumo das tarefas. fazer as coisas na ordem errada já deu bagunça, talvez no meio do papel minha mão seja outra coisa. quando uma mão não tem controle de seu rumo ela é podre... se desdobra em gestos que são palavras sem controle do caminho e se não se acredita no inevitável bom fim, continuar é profano e obsceno... o dilema é uma limitação do olhar? não posso deixar que me engula na agonia da perdição. eu não olhei nem observei com apreço. dá para consertar? e o que não dá? mesclas descuidadas? de sensações, metáforas da negligência... a culpa e o perdão sempre vibrando no peito e abrindo a cabeça ou não. e se me rebelasse contra o remorso e elogiasse meu tempo? dói insurgir-se contra ou a favor, da minha mão ou da minha tortura... nenhum dos dois é legítimo. me delongo... pare. é preciso. "como?" ... outra linguagem para outras abordagens. a história de uma mão que não tocou muito bem os assuntos... ! uma coisa é a mão, outra coisa é sua estupidez. estupidez tem cura? que estupidez?
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